Eis me aqui, sentado embaixo do grande Carvalho, desfrutando de sua enorme sombra...
Eis me aqui...
Eu que me debruço sobre a grama macia e verdejante
E meus ancestrais tento honrar com a humildade que me é concebida
Meu caminho se destorce como um grande caleidoscópio
Meus olhos parecem se encherem de névoa por instantes
Por instantes não sou daqui, por instantes longe vivi
Pessoas próximas de meu coração se apresentam e me estendem a mão
E eu as acolho bem dentro do meu peito, onde o meu abrigo se faz constante
Eis me aqui...
Filho ansioso, pai ansioso
Minha nobre dama é meu pilar de força e graça
Minhas crianças seguem sua dança sagrada
Onde está vc minha doce e encantada fada
Sei que se esconde nos rostos de outras fadas de outras donzelas
Já está em mim, parte que completa minha semente para a Terra
Para nutrir a esperança de um mundo errado
Tua dança eu posso sentir no vento e na brisa da manhã
Fada encantada, doce e selvagem
Tens o rosto bondoso e a coragem se faz em seu sorriso
És nobre e bela como quem a concebeu
Aos seus serás amável e verdadeira
Pois a verdade nunca lhe faltará
Detentora dos sonhos montanhosos de inverno
O inverno acolhe do calor que um dia incomodava
Mas um dia este inverno passa e segue o ciclo sazonal
Preciso deste inverno do mesmo jeito de que preciso de todas as outras estações
E não fecho os olhos para a neblina.
Por Ëldrich Hazel "O Verdejante"
Destinado á expor minhas idéias, poesias e pensamentos de forma á desvendar no exercício da Sagrada Inspiração meus instintos e minha conexão divina natural...
INSPIRAÇÃO DOS VENTOS DO LESTE /l\
AMAZÔNIA... SUAS ÁGUAS COMO GIGANTESCAS SERPENTES ENTRELAÇADAS AO INFINITO DOM DA CRIAÇÃO...
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quarta-feira, 10 de março de 2010
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
"SAGRADO VERDE" Poesia
...enfim as cortinas do tempo e espaço se abrem
Como as Brumas místicas pedem passagem
Sob as colinas esbranqiçadas no Inverno das Almas
Solto em Verdes campinas da liberdade
Bosques, Vales e Montanhas
Sonhos que não "se perderam" em vão
Morte e renascimento são o Ciclo Sagrado
Que leva e faz todo e qualquer sentido
A Lua segue em seu pálido rastro
Imaculada e perpétua sinfonia... suave, por vezes silenciosa
As notas da canção nunca ouvida
Melodia da Vida que não se esvai nem tende á perecer
Primeiros raios do Verão incandescente
Traz-me a Aurora e a Brisa suave e quente
Cernunos, senhor dos animais e das Florestas perdurantes
A Senhora do Lago teu nome clama
Move em canto tudo que é puro
E Verde existência, não mera venência
Temperança da Terra em tarde chuvosa
O pulsar das Árvores na palma de minha mão
Adimirável dádiva e terna benção
Quando as folhas no Outono suave caírem
Transcende o corpo sem á Alma pedir
Leve sopro de luz de Primavera
Faz meu pranto alimentar a Terra
E agora que se fez novamente em poesia
A eterna dança de Magia
Repousa em teu manto sagrado
E segue em simples e explêndido caminhar...
Ëldrich Hazel
Como as Brumas místicas pedem passagem
Sob as colinas esbranqiçadas no Inverno das Almas
Solto em Verdes campinas da liberdade
Bosques, Vales e Montanhas
Sonhos que não "se perderam" em vão
Morte e renascimento são o Ciclo Sagrado
Que leva e faz todo e qualquer sentido
A Lua segue em seu pálido rastro
Imaculada e perpétua sinfonia... suave, por vezes silenciosa
As notas da canção nunca ouvida
Melodia da Vida que não se esvai nem tende á perecer
Primeiros raios do Verão incandescente
Traz-me a Aurora e a Brisa suave e quente
Cernunos, senhor dos animais e das Florestas perdurantes
A Senhora do Lago teu nome clama
Move em canto tudo que é puro
E Verde existência, não mera venência
Temperança da Terra em tarde chuvosa
O pulsar das Árvores na palma de minha mão
Adimirável dádiva e terna benção
Quando as folhas no Outono suave caírem
Transcende o corpo sem á Alma pedir
Leve sopro de luz de Primavera
Faz meu pranto alimentar a Terra
E agora que se fez novamente em poesia
A eterna dança de Magia
Repousa em teu manto sagrado
E segue em simples e explêndido caminhar...
Ëldrich Hazel
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Verde é a minha cor, verde é a minha Mãe...
Eu sou filho dos Elementos, sangue da Terra que perdura, Druida Pagão, seguidor da filosofia das Árvores, á ouvir o sussurro do ventos dentre os galhos de outono. Os tempos de abundância serão vindouros assim que os filhos da profecia Verde despertarem o poder oculto da sabedoria antiga.
Os Deuses são as testemunhas do holocausto catastrófico atual, isto não é sabedoria e também não será esta a salvação, a tecnologia retarda os sentidos primordiais nos levando á uma caminhada cômoda e fúnebre, rumo á um futuro incerto??? ... infelizmente nesta "batalha" este Druida está do lado dos perdedores...
Que o AWEN flua até que meu espírito seja livre...
O papel de um Druida é ser como uma bela e majestosa Árvore, ter suas raízes firmes no solo, ter sustentabilidade e força em seu tronco e dar flores para q as abelhas façam o Mel e frutos para q os pássaros possam comer... Curar á si mesmo, curar a sua comunidade, curar a Terra... Inspirar e ser Inspirado /l\
Os Deuses são as testemunhas do holocausto catastrófico atual, isto não é sabedoria e também não será esta a salvação, a tecnologia retarda os sentidos primordiais nos levando á uma caminhada cômoda e fúnebre, rumo á um futuro incerto??? ... infelizmente nesta "batalha" este Druida está do lado dos perdedores...
Que o AWEN flua até que meu espírito seja livre...
O papel de um Druida é ser como uma bela e majestosa Árvore, ter suas raízes firmes no solo, ter sustentabilidade e força em seu tronco e dar flores para q as abelhas façam o Mel e frutos para q os pássaros possam comer... Curar á si mesmo, curar a sua comunidade, curar a Terra... Inspirar e ser Inspirado /l\
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